Eleições

Alberto Neto se une a Omar Aziz e Eduardo Braga em apoio a Mateus Assayag em Parintins

O Jornalista Thiago Botelho revelou na sua coluna que o pré-candidato a prefeito de Manaus pelo PL, Alberto Neto, está aliado em Parintins aos senadores Omar Aziz e Eduardo Braga, que são os dois maiores adversários de Bolsonaro no Amazonas

Parintins nas eleições de 2022 deu a vitória para Lula com 82,56% dos votos válidos.

O deputado federal e pré-candidato a prefeito de Manaus pelo Partido Liberal (PL), Capitão Alberto Neto, se uniu aos senadores lulistas Omar Aziz (PSD) e Eduardo Braga (MDB) em apoio à pré-candidatura de Mateus Assayag (PSD) à Prefeitura de Parintins (distante 369 quilômetros de Manaus), revelou o jornalista Thiago Botelho, da coluna Sem Mimimi, nesta segunda-feira (17).

De acordo com o jornalista, no último sábado (15), Assayag promoveu um evento que reuniu mais de 20 mil pessoas na cidade dos bois. Por lá, estiveram vários políticos, entre eles Braga, que foi o candidato a governador do Amazonas apoiado por Lula (PT) em 2022, Marcelo Ramos (PT), que é pré-candidato a prefeito de Manaus indicado pelo presidente da República, e os deputados federais Sidney Leite (PSD) e Saullo Vianna (União).

“Ausente fisicamente, Alberto Neto enviou um vídeo de apoio a Assayag, que foi exibido no telão do evento”, comentou Botelho.

Ancorado na imagem do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) no intuito de alavancar sua pré-campanha na capital, Botelho avaliou que é no mínimo estranho que Alberto Neto apareça ao lado de expoentes da esquerda em um evento no interior.

“A atitude, por mais que na prática não o torne infiel ao líder da direita, no mínimo, dá munição para que opositores o acusem de infidelidade”, comentou.

Passado

Capitão Alberto Neto, vale lembrar, tem um passado ao lado de Omar Aziz. Em 2018, quando foi eleito pela primeira vez para a Câmara Federal, ele era do Republicanos e pediu votos para Aziz, que à época foi candidato a governador do Estado. E Omar é um ferrenho crítico de Bolsonaro tendo sido uma “pedra no sapato” do ex-presidente na CPI da Covid, no Senado Federal.

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